Domingo, Junho 16, 2024
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Primeiro-ministro assinalou arranque do Parque da Cidade

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Já arrancou a construção do Parque da Cidade de Esposende. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, presidiu a cerimónia de colocação da primeira pedra. Este novo espaço verde trará 30 hectares nas duas margens do rio Cávado, integrando percursos pedonais e cicláveis, espaços para eventos ao ar livre relacionados com o rio e a prática de desporto, postos de interpretação ambiental e pontos de observação de aves, parque de merendas, casas de banho e equipamentos lúdicos. A ideia é construir ainda uma ponte pedonal sobre o rio Cávado.
Na cerimónia, o presidente da câmara, Benjamim Pereira, destacou o poder que Esposende tem em preservar a área verde da região, dando assim uma melhor qualidade de vida à população.

Com um custo de 8 milhões de euros, incluindo o montante pago pela compra dos terrenos, este projeto visa requalificar a frente do rio, dando uma nova vida à cidade. Benjamim Pereira salienta além disso, a falta de acordos que nos últimos anos dificultaram todo o processo. Para além deste parque, o edil pretende construir uma ponte pedonal e ciclável, depois de uma tentativa falhada em alargar a ponte de Fão. Para isso, precisa de apoios financeiros, algo que está atualmente a tentar negociar. O projeto será apresentado em breve. O presidente de Esposende não poupou nas críticas ao atual estado da nação em termos burocráticos. Queixa-se do tribunal de contas, da demora das expropriações e concursos, e dos pareceres exagerados. Benjamim Pereira comentou com o atual primeiro-ministro que Esposende foi ostracizado pelo anterior governo e que não teve um cêntimo de apoio para a construção do Forte de São João Batista, para o Edifício do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e mais recentemente para o parque.

Luís Montenegro elogiou toda a empreitada, dizendo que é uma “obra notável” que vai revolucionar Esposende. A construção do Parque da Cidade será na zona ribeirinha do rio Cávado, área situada entre o antigo Estaleiro Naval e a ponte D. Luís Filipe, abrangendo parte da avenida Eng. Eduardo Arantes e Oliveira e a Estrada Nacional 13, desde a rotunda da Solidal até à ponte D. Luís Filipe.

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