Sábado, Julho 13, 2024
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Praga de bichos da madeira está a afetar a EB1 dos Correios

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Crianças, professores e funcionários ferrados todos os dias e várias idas ao hospital. É o que tem acontecido desde o início do ano letivo na EB1 dos Correios, em Vila do Conde. A culpa é de uma praga de bicho da madeira. O presidente da Câmara, Vítor Costa, reconhece o problema. Diz que a escola, inaugurada há pouco mais de dois anos, precisa de obras “de fundo” e não entende como é que se fizeram obras e se deixou o velhinho travejamento de madeira cheio de bicho. Agora, para remediar a situação, a Câmara pôs lonas por baixo do teto e está a gastar 2500 euros de 15 em 15 dias em desinfestações.

A situação, admitiu o edil, questionado pela Onda Viva, arrasta-se já desde o ano letivo passado, mas, este ano, tem vindo a agravar-se. Vítor Costa explica que o “problema é estrutural” e está relacionado com “os erros graves de projeto”, que há pouco mais de um mês tinha denunciado.

É que, durante o último mandato de Elisa Ferraz, a escola foi alvo de obras de requalificação e ampliação, orçadas em 2,4 milhões de euros. Os trabalhos terminaram em abril de 2021, mas foram deixadas a cobertura e as vigas de madeira antigas nas três escolas velhinhas, agora totalmente remodeladas.

“Estão cheias de bicho da madeira e outros insetos, que caem em cima de crianças, professores e funcionários. Vamos ter que retirar todas aquelas madeiras, mas não podemos simplesmente fechar a escola e é uma coisa que não se faz num dia”, continuou a contar o presidente da Câmara.

Com o aumento do número de queixas, explica ainda, a Câmara intensificou as desinfestações, que passaram a ser feitas de duas em duas semanas, em vez dos intervalos de três semanas iniciais. Por cada uma, o herário público paga, diz, 2500 euros. Nas salas mais afetadas foram ainda colocadas telas por baixo dos tetos para reter os pequenos insetos.

Agora, é ver se resulta e aproveitar as pausas letivas para ir tentando fazer as obras, que vão obrigar a Câmara a gastar 250 mil euros para reparar infiltrações e problemas graves no pavimento, evitando que a escola tenha que fechar e deixar sem aulas mais de 200 alunos do 1.º Ciclo e pré-escolar.

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