Sexta-feira, Setembro 30, 2022
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‘Pathos’ mexeu com a comunidade poveira

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Uma ação promovida pela associação Pathos tentou colocar a Póvoa de Varzim a pensar no que seria mais grave e imoral: um graffiti ou a destruição ambiental. Fê-lo através da divulgação de imagens de diferentes locais da cidade com mensagens de protesto supostamente inscritas em monumentos, edifícios e até cartazes eleitorais. As imagens provocaram indignação no dia em que foram lançadas, mas no dia seguinte surgiu o esclarecimento: não passavam de montagens com o intuito de chamar a atenção e sensibilizar a comunidade para a importância da conservação ambiental, explicou a associação juvenil e cultural poveira. O objetivo era levar a população a questionar-se sobre a moralidade do vandalismo do espaço e de instituições públicas e o vandalismo do planeta feito pelas pessoas. Após um dia em que a indignação imperou, no seguinte começaram a chegar muitas mensagens positivas.

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