Sábado, Dezembro 3, 2022
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Líderes autárquicos receberam ameaças e balas em envelopes

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Aires Pereira, Luís Diamantino e Afonso Pinhão Ferreira andam a ser ameaçados. A revelação foi feita esta terça-feira em comunicado pela autarquia e surge cerca de 24 horas após o início da demolição da desativada Praça de Touros da Póvoa de Varzim.

O texto municipal refere que “foram colocados dois envelopes à entrada do edifício-sede da Câmara, um dirigido ao Presidente da Câmara e outro ao Vice-Presidente. Os conteúdos eram iguais, quer no objeto, quer na dedicatória: uma bala para cada um, acompanhada destes dizeres: ‘Não é uma ameaça, muito menos um aviso, é uma previsão. Ou uma destas na testa. A vossa escolha é fácil. Não vamos gastar mais munições com envelopes’. Ameaça igual recebeu, na sua clínica, o presidente da Assembleia Municipal’.

Esta “estranha ocorrência já foi participada às autoridades de investigação criminal”, a quem os autarcas também deram conta “das ameaças que ultimamente circulam nas redes sociais”.


O resto do comunicado

“Não nos antecipando às conclusões a que as perícias laboratoriais conduzirão, adiantamos o que aos poveiros mais atentos parece óbvio: que esta tresloucada ameaça, absolutamente imprópria em meios civilizados e democráticos, não é mais que a tentativa desesperada de uma minoria de impedir a concretização de uma deliberação legitimada pelo voto (explicitamente assumida nas candidaturas autárquicas vencedoras em 2017 e 2021) e sancionada pela instância judicial junto da qual a minoria contestatária interpôs providência cautelar.
Inconformada com a rejeição do seu propósito (e indiferente ao facto de, com manobras dilatórias, ter atrasado em dois anos o arranque da empreitada, lesando o erário municipal com todo o acréscimo de encargos financeiros daí decorrentes), a minoria contestatária, que nas redes sociais se não inibe de exibir a sua “cultura” de ódio às instituições e a quem as dirige, vem agora, com esta ameaça, confessar quanto despreza não só a vida pessoal, mas igualmente as instituições que não acolhem as suas preferências culturais marginais.
Indiferentes às ameaças, e empenhados como sempre em honrar os compromissos que submeteram a sufrágio eleitoral e que colheram alargadíssimo consenso nos órgãos autárquicos municipais, os visados pela ameaça reafirmam que nada os demoverá do propósito de substituir um espaço anacrónico e de esporádica utilização por um palco de permanente promoção da arte e da cultura, reforçando este vetor estratégico de desenvolvimento da cidade”.

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