Quinta-feira, Fevereiro 22, 2024
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‘Fábrica” de droga em Vila do Conde: revelados pormenores

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Já saiu a acusação do Ministério Público contra três cidadãos chineses que, de acordo com o Ministério Público, instalaram-se num armazém em Vila do Conde, na freguesia de Gião, onde montaram uma unidade de produção de Cannabis. Para isso montaram “estufas com vários compartimentos e dotadas de sistemas monitorizados de ventilação, iluminação, controlo de temperatura, rega e videovigilância” e tiveram o cuidado de cultivar as “ plantas em diversos estados de maturação para que a produção ocorresse sem quebras”.

Para a obtenção de energia, ainda segundo a acusação, “fizeram uma ligação ilegal, vulgo “puxada”, a partir do Posto de Transformação situado no terreno do armazém” e, “assim causaram à E-REDES (empresa fornecedora) “um prejuízo superior a 20 mil e 400 euros”. Mas não foi só isso.

A Procuradoria do Porto refere que “os arguidos atuaram conjuntamente com outros indivíduos, aderindo a uma organização internacional dedicada ao tráfico de estupefacientes, executando em território nacional as tarefas que lhes foram determinadas por essa organização”.  Em Vila do Conde faziam o ”cultivo, doseamento e acondicionamento para posterior distribuição e venda no continente europeu, de folhas e sumidades de cannabis”.

Quando em 27 de julho do ano passado houve a intervenção policial que acabou com o negócio, os arguidos “tinham produto estupefaciente – cannabis (folhas e sumidades) – com o peso líquido total de 336 751,23 gramas, suficiente para 302 505 doses, com um valor de mercado entre 2,45 milhões de euros e os  quatro milhões. Foram encontrados “no interior do armazém inúmeros componentes e equipamentos destinados à produção de Cannabis, com o valor total de 129 317,96 euros”, refere a mesmo fonte.

Os três chineses estão em prisão preventiva e vão responder em julgamento pela prática dos “dos crimes de tráfico de estupefacientes agravado, adesão a associação criminosa e furto qualificado”. O Ministério Público pede ainda que os arguidos sejam expulsos de Portugal.

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