Sábado, Julho 20, 2024
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Elisa Ferraz já respondeu ao presidente Vítor Costa

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Já aqui lhe contámos que o presidente Vítor Costa vai encomendar a uma empresa externa uma auditoria às contas do município vila-condense por causa de uma alegado “buraco” nas contas deixada pela sua antecessora no cargo. Um anúncio feito em conferência de imprensa. Pois bem, Elisa Ferraz já respondeu na mesma moeda – no modo – chamando também os jornalistas e, acompanhada de Pedro Gomes que foi o seu vereador com o pelouro das Finanças, disse de sua justiça. Elisa Ferraz garante “serem falsas” afirmações de Vítor Costa a quem acusa de estar a agir de má fé e garante que deixou nos cofres do município 10 milhões de euros, sendo falso um “buraco de 13 milhões”.

No que diz respeito aos sete milhões de fundos comunitários orçamentados, mas não entrados ou seja com recurso a um “empolamento da receita”, Elisa Ferraz esclarece as dúvidas num documento ao qual deu o nome “Câmara Municipal de Vila do Conde volta a endividar-se” onde explica que “se as faturas das obras não forem pagas, não é possível receber os fundos”. A agora vereadora, presidente no anterior mandato, diz que o seu executivo não esteve à esperar de obter fundos comunitários quando os interesse de Vila do Conde não se coadunavam com mais esperas. E a propósito falou dos casos apontados por Vítor Costa: o Centro Comunitário das Caxinas, o Bairro do Farol e o interface do Metro.

Quando Vítor Costa alegou não ter existido uma passagem de testemunho, Elisa Ferraz contrapõe que não foram pedidos esclarecimentos.  E frisou ainda que a questão da obra paisagística na cobertura dos armazéns que, por iniciativa da Associação pró-Maior Segurança dos Homens do Mar foram construídos no interior do porto de pesca da Póvoa, essa é uma obra que consta de um protocolo. O projeto está feito, pago e só necessita de ser executado.

Sobre a aquisição de bens e serviços, nomeadamente projetos,  num montante global de 18 milhões de euros através daquilo que Vitor Costa chamou de “uma câmara paralela” retirando projetos e compras da esfera dos serviços municipais, Elisa Feraz diz:  “é uma falsidade”. Está tudo no orçamento.

Como é sabido Vítor Costa anunciou a contração de um empréstimo para acudir a uma suposta falta de liquidez da Câmara. Em contraponto Elisa declara que o atual presidente fez promessas na campanha eleitoral sem saber a Câmara tinha dinheiro para as cumprir. Só assim se explica o pedido à banca de cinco milhões. Um exemplo dessa política “eleitoralista” foi a promessa de construção do novo centro de saúde nas Caxinas. Elisa Ferraz afirma não ter conhecimento onde vai ser feito e como vai ser executado. Acrescentou ainda que, a título de exemplo da sua política: o projeto do Museu do Mar que ela prometeu tem espaço e projeto feito.

Sobre a auditoria anunciada pelo presidente, a ex-autarca concorda que seja realizada, mas sugere que a mesma deve ser feita a partir do ano de 2005 até à data, isto porque Vitor Costa foi em 2005 o vereador com o pelouro das Finanças. Um remoque de Elisa Ferraz sobre esse período de 2005 em que Vítor Costa foi vereador na Câmara, embora ela própria também fizesse parte desse executivo liderado então por Mário Almeida. A ex-presidente atual vereadora recordou ainda que as contas mereceram sempre a  concordância de um revisor Oficial de Contas que é externo à autarquia.

Sobre o orçamento aprovado na última reunião, Elisa Ferraz sublinhou os zero euros destinados à estratégia local de habitação e também que a ponte pedonal, cujo projeto está feito, pago e foi submetido a aprovação nos órgãos deliberativos e executivo, também desapareceu do conjunto de intenções socialistas.

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