Sábado, Junho 22, 2024
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Cristina Ribeiro expôs arte em Roma e representou Portugal

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Cristina Ribeiro foi a artista selecionada para representar Portugal na 9ª edição da Rome International Art Fair 2024, uma exposição internacional de fotografia, pintura, videoarte, instalação/escultura e arte performática, que decorreu em Roma, apresentando uma seleção de mais de 60 artistas oriundos de mais de 30 países. A mostra promovida pelo Grupo ITSLIQUID esteve patente na Medina Art Gallery. O trabalho apresentado ajuda a compreender a emoção do renascer, tendo sido concebido usando borrachas de pneus de carro, em vez de pincéis, para espalhar as cores na tela e conceber o fundo, assim como seringas para delinear a figura. Esta técnica foi muito apreciada entre os vários intervenientes no evento realizado em Itália.

Cristina Ribeiro é uma autodidata, conhecida no meio artístico por CR. Começou a desenhar aos 12 anos e avançou depois para a pintura a óleo. Mais tarde, dedicou-se ao abstrato e começou a pintar a acrílico. A leitura sobre arte e a visita a vários museus no mundo levaram-na também a desenvolver um gosto mais recente pela escultura. A artista estudou na Escola Eça de Queirós e na Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, desenvolvendo atualmente a atividade profissional no Departamento de Biologia da Universidade do Minho. Nos últimos tempos tem direcionado mais a atenção para a divulgação e dinamização internacional do Projeto Europeu EASY GOV – Laboratory Management.

A arte segundo CR

Para a artista, a vida é uma acumulação de sentimentos e experiências. A sua inspiração artística é influenciada pela análise que faz da observação das atitudes dos seres humanos. O aspeto mais importante e, ao mesmo tempo, o mais forte da sua criatividade, são as emoções. Cria de forma intuitiva e, para expressá-las, subconscientemente escolhe expressões apropriadas, simbolismo e cores dinâmicas. A realidade que mostra, através de hipérboles, metáforas e eufemismos, tenta ser uma reconstrução do que a rodeia. É um mundo construído através do prisma dos seus próprios sentimentos e experiências, um registo das suas observações da natureza humana. Praticando ao mesmo tempo pintura e escultura, tenta criar um diálogo entre todas as suas obras, numa interligação permanente. A utilização de diversos materiais usados no nosso dia-a-dia resulta em obras poéticas, sensíveis, inquietantes e que participam numa reflexão global sobre a nossa condição e o lugar que ocupamos no nosso ambiente.

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